Espumantes são “coringas” à mesa e tem a capacidade de harmonizar com uma
extensa série de pratos do começo ao fim das refeições.
Para o aperitivo e as entradas, algumas possibilidades. Nas preparações
clássicas que tal um “extra-brut” ou “zero-dosage” (extra-secos)? A quase
ausência de açúcar e alta acidez ativam as glândulas salivares e atiçam o paladar.
Obviamente, nas preparações agridoces, há necessidade de equilibrar o açúcar,
portanto os “demi-sèc” (suaves) seriam mais apropriados.
Em ambos casos também gosto do prosecco. Apesar do nome, a uva prosecco
tende ao delicado e ao suave, que se adequa muito bem aos agridoces e aos
clássicos, propiciando uma continuação mais complexa!
Para a mesa, durante a refeição, os champagnes ou espumantes do tipo brut
(secos) são a pedida, especialmente nas carnes brancas (peru, chester, lombo etc)!
Nesta etapa, cabem as borbulhas mais maduras, até safradas e envelhecidas,
cuja complexidade pode enaltecer e muito o sabor dos pratos!!
Para a sobremesa, voltaremos aos “extra-dry” (suaves) ou “demi-sèc” (mais
doces), tentando igualar ou superar a doçura dos alimentos servidos.
Como vê, dá para brindar a chegada do ano do começo ao fim com bons
espumantes. Por isso, tim-tim, boas festas!!!
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