A segunda parte da viagem foi dedicada à Sicília. Este foi meu primeiro giro completo pela ilha, um verdadeiro tour de force: mais de mil km em cinco dias. Mas valeu… e muito!
Nosso roteiro: Catania, Taormina, Siracusa, Marsala, Vallelunga e Sambuca. Com paradas mais que providenciais para degustação de vinhos, visitas a vinícolas e seus vinhedos, aulas de cozinha, sítios históricos, almoços, jantares…
A Sicília é um lugar muito agreste, de terra vulcânica, onde você sente a força da natureza. Chega a lembrar o Brasil, não só na paisagem, como pela produção moderna de vinhos, que tem 40 anos. Digamos que é o “Novo Mundo do Velho Mundo”!
Nos últimos 20 anos houve investimento pesado na vitivinicultura local. Valorizaram as cepas locais, mecanizaram (aquilo que eu comentei antes) e tem plantado bastante no sopé do Etna. A terra preta e difícil, exige uma cultura artesanal, que pode render o diferencial que o mundo pede.
Não encontramos ícones. Mas a produção é interessante e regular, com belos vinhos que podem se adaptar ao gosto internacional.
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