P.S. Percussi

Vinitaly Tour 2013, um álbum no Flickr.

No álbum acima você pode ver as fotos do meu último giro pela Itália, agora em abril, o tradicional Vinitaly Tour acompanhado dos mesmos “usual suspects”!

Foram 1400 km percorridos em seis dias de viagem e um número considerável de grandes vinhos! Houve também almoços e jantares memoráveis (inclusive na Osteria Francescana do ‘Maestro’ Massimo Bottura!).

E se tiver planos de visitar o Piemonte/Ligúria/Vêneto, tenho algumas dicas pra você!

Onde ficar

Hotel I Castelli – Alba, Cuneo
Hotel Miramare - Sestri Levante, Genova
Due Torri Hotel - Verona

Onde comer

La Ciau del Tornavento – Treiso, Cuneo (fotos)
Il Ristorante di Guido da Costigliole – Santo Stefano Belbo, Cuneo (fotos)
Antica Osteria Luchin –Chiavari, Genova
Ö Magazin – Portofino, Genova (fotos e, aliás, a Silvia já falou dele por aqui)
Puny – Portofino, Genova
Ristorante El Pescador – Sestri Levante, Genova (fotos)
Osteria Francescana – Modena (fotos)
VeronaVerona - CinquecentoVeronaAl Pompieri

Vinitaly Tour 2013, um álbum no Flickr.

No álbum acima você pode ver as fotos do meu último giro pela Itália, agora em abril, o tradicional Vinitaly Tour acompanhado dos mesmos “usual suspects”!

Foram 1400 km percorridos em seis dias de viagem e um número considerável de grandes vinhos! Houve também almoços e jantares memoráveis (inclusive na Osteria Francescana do ‘Maestro’ Massimo Bottura!).

E se tiver planos de visitar o Piemonte/Ligúria/Vêneto, tenho algumas dicas pra você!

Onde ficar

Onde comer


Na quinta passada, dia 14, participei de um evento único no Hotel Unique, em São Paulo: o lançamento da 15ª Safra do Almaviva, joint-venture da francesa Château Mouton Rothschild e da chilena Concha y Toro. Único por vários motivos.

Pra começar, o Brasil ainda não tinha sido agraciado com uma estreia mundial desse gênero, que geralmente ocorre entre França e Chile.  Depois, foi uma oportunidade singular de conhecer pessoalmente membros das legendárias famílias que se uniram meados dos anos 90 para mesclar o savoir-faire do Velho Mundo ao clima e caráter do Novo Mundo. A primeira e elogiada safra veio no ano seguinte.

Durante a noite de black tie – eu estava de red tie! – provamos diversos rótulos. Entre eles três Almaviva, todos ótimos. O que mais me impressionou, no entanto, foi o 2003. Não só por estar em uma garrafa Magnum, mas por seu frescor, complexidade, vigor e por estar em um ponto ótimo da curva de amadurecimento!

Também aprovei o Champagne Barons de Rothschild servido no coquetel. Um produto da união de todos os ramos da família Rothschild (que também inclui Lafite, entre outros).

Como Almaviva é – também – um personagem de ‘Barbieri di Siviglia’, o evento contou com apresentação de trechos da ópera. Outro ponto alto foi o menu do chef Emmanuel Bassoleil. Impecável e excelente!


Há dez anos venho registrando os grandes vinhos que bebo junto com minhas impressões e detalhes de onde os provei. Parte desse exercício é enviar anualmente uma lista dos 100 melhores para a revista Prazeres da Mesa. Outra parte é por puro prazer. São rótulos que degusto em confrarias, viagens, feiras e eventos. Às vezes eles começam até no Réveillon!

Em 2012 não foi diferente. Por isso, compartilho com vocês uma lista dos dois melhores vinhos, na minha opinião, em quatro categorias: espumantes, brancos, tintos e de sobremesa.

Esses, meus amigos, recomendo fortemente!

Aproveito pra fazer um brinde ao ano que chega! Espero provar mais centenas de rótulos inspiradores em 2013!

Espumantes:

  • Les Cépages Chardonnay Brut – Safra 1999 / Produtor: “Jacques Selosse” / Região: Champagne / País: França / Importadora: WorldWine
  • Franciacorta Secolo Novo Riserva  – Safra 2005 / Produtor: “Le Marchesine” / Região: Franciacorta / País: Itália / Importadora: Sicilianess

Brancos:

  • Breg Anfora IGT  – Safra 2005 / Produtor: “Josko Gravner” / Região: Friuli / País: Itália / Importadora: Decanter
  • Ribolla Gialla IGT  – Safra 2005 / Produtor: “Josko Gravner” / Região: Friuli / País: Itália / Importadora: Decanter

Tintos

  • Sassicaia VT – Safra 1988 / Produtor: “Incisa della Rocchetta” / Região: Toscana / País: Itália / Importadora: Ravin
  • Brunello di Montalcino Riserva DOCG – Safra 2004 / Produtor: “Gianfranco Soldera” / Região: Toscana / País: Itália / Importadora: Decanter

Sobremesa

  • Château d’Yquem 1er Grand Cru Classé – Safra 1982 / Produtor: “Lur Saluces” / Região: Sauternes / País: França / Importadora: LVMH
  • Château Rieussec 1er Grand Cru Classé  – Safra 2006 / Produtor: “Château Rieussec” / Região: Sauternes / País: França


Na mesma semana em que recebi o título de Chevalier da Ordre des Coteaux de Champagne participei de uma degustação muito especial. Uma vertical de Drappier Grande Sendrée, mais especificamente no dia 7/11. Ela foi comandada pelo próprio Michel Drappier, sétima geração da família que produz em Urville, Champagne, desde 1808, época de Napoleão 1º.

A história da família é bem interessante. Em 1930, o avô de Michel começou uma importante seleção clonal da Pinot Noir. Nos anos 60/70, seu pai criou a Cuvée Carte d’Or. A Maison produz organicamente em solos extremamente calcários, minerais e ideais para vinhos de qualidade. Utilizam toneis de carvalho “Tronçais” para realizar a fermentação malolática e pouquíssima sulfa, por conta das qualidades anestésicas do enxofre (e por serem alérgicos)!

Sem filtragem, sem tratamento e fermentando a baixas temperaturas, as leveduras trabalham bem e lentamente. O resultado é um vinho com perlage fino, delicado e contínuo, com grande quantidade de proteínas naturais e muito elegante. O licor de expedição é produzido lá mesmo e envelhecido por 15 anos. Extremamente denso e com muito açúcar, ele é adicionado em quantidades mínimas para produzir resultados únicos!

Hoje a composição dos vinhedos da família Drappier é de 70% Pinot Noir, 15% Chardonnay, 13% Pinot Meunier e o restante são castas autóctones!

Mas vamos à vertical de Grande Sendrée, que é produzido com 55% Pinot Noir e 45% Chardonnay!

  • Provamos o 2005, ainda muito jovem e recém-lançado (seu degóurgement foi em abril passado) tem grande estrutura, marcada acidez e algumas arestas da pouca idade/tempo em garrafa…
  •  Em seguida foi a vez da 2004. Redondo, macio, elegante, cremoso, muito harmônico e persistente, é um vinho de perder o fôlego!
  • Veio o 1998… Deliciosamente elegante, muito complexo, macio, cremoso, no ponto, cheio de frutas secas, castanhas, notas minerais, crosta de pão, leveduras… Simplesmente lindo!
  • O quarto vinho foi o 1988, com uma coloração amarelo-ouro, bem distinta das anteriores. Nariz caleidoscópico e uma boca seca, fresca, cremosa e especial!!
  •  Terminamos com o 1985, com a mesma cor da anterior e um nariz que me remeteu ao “tartufo”: com muitas notas de terra, além das outras descritas anteriormente. Em boca, muita complexidade e harmonia. Longa, persistente e marcada pelo licor. Um vinho talhado pra envelhecer, evoluir e satisfazer durante seus vários estágios de evolução!!!

Depois de um dia assim, ainda leio que champagne ajuda a perder peso, diminui as chances de problemas cardíacos e Alzheimer. O que mais poderia querer?

 


No dia 05/11 participei da premiação da Ordre des Coteaux de Champagne. Fiquei orgulhoso e muito agradecido à Michel Drappier pelo convite e honraria de ser nomeado chevalier daquela Ordem. A noite  foi de gala, com alguns dos principais nomes do mundo do vinho no Brasil, amigos, agradável companhia e vinhos inesquecíveis!

Para quem não sabe, a Ordre des Coteaux de Champagne foi uma academia elegante dedicada a bons vinhos criada por volta de 1650 por jovens aristocratas da corte de Luís XIV - entre os quais Mortemart, Ollonne, Brousse e o humorista Saint-Evremont. Reconhecidos experts em vinho eles apreciavam, particularmente, os vinhos de Champanhe dos três “coteaux” (encostas): Ay, Avenay e Hautvillers. Daí o nome dado a esta associação, que desapareceu pouco antes da revolução.

Em 1956, um grupo de “champenoises” liderados por Roger Gaucher e François Taittinger fez uma pesquisa histórica e decidiu reviver a original “Ordre des Coteaux”. Os primeiros fabricantes de champanhe a abrir as suas portas para a nova ordem foram Taittinger, Laurent-Perrier, Mercier e MUMM.

 Hoje o papel da “Ordre des Coteaux de Champagne” é promover os vinhos da região, suas características únicas, suas formas de consumo e tudo o que contribui para sua reputação e sua imagem como símbolo de prestígio, de sucesso e celebração. Ela também é responsável pela implementação da política de comunicação global do Comité Interprofessionel du Vin de Champagne.

Nesse sentido, a Ordem seleciona diversos embaixadores da bebida mundo afora: donos de restaurantes, sommeliers, profissionais conhecedores e personalidades do mundo da política, mídia, palco e na tela. São os chevaliers, como eu, que se tornam membros de uma rede de apoiadores incondicionais da bebida e que participam de “chapitres” locais, isto é, núcleos para degustações e atividades de descoberta!

Um brinde!


Estive com a Silvia e o Jonas em um encontro de revendedores Chrysler, esta semana, em duas ocasiões. Fomos convidados para dar workshops sobre gestão de pessoas, motivação e comportamento para vendedores da marca. Foi uma baita honra pra gente, ver nosso trabalho reconhecido assim por um gigante da indústria automobilística!
De primeira você pode pensar… Mas o que têm a ver carros com restaurantes? Bom, a Chrysler e a Vinheria tratam, no final das contas, do mesmo negócio: encantar clientes. Trabalhamos todos em um mercado disputado, que trata do luxo e dos prazeres da vida. E nossas equipes têm a interessante missão de superar expectativas das pessoas. 
Um bom exemplo disso são as trufas. São “feias”, vivem debaixo da terra e não são “diretamente” comestíveis. Mas são caríssimas e encantadoras. Mexem com os sentidos e transformam refeições. Há também os vinhos, que podem parecer incompreensíveis para quem não aprendeu a apreciá-los, mas que abrem a cabeça para um novo mundo.
Em nosso bate-papo com os vendedores e concessionários compartilhamos todos nossa experiência e nossos acertos. Há tempos eu invisto no desenvolvimento de talentos e procuro escutar todos os lados dos nossos colaboradores. Instituí reuniões gerenciais anuais e reuniões semanais com cada departamento. Silvia troca muita experiência com os cozinheiros e convidamos todos a provar suas criações. 
O motivo disso é preparar nossos cozinheiros, garçons e pessoal do administrativo e marketing. Fazê-los entender 100% nossa missão, visão e nossos valores. Para que assim não se tornem meros “vendedores” e sim ofereçam a experiência da Vinheria aos nossos clientes.
O Jonas – que recentemente foi agraciado com o prêmio de Maître do Ano pela Vejinha – é um excelente exemplo disso. Tem talento nato para lidar com o público e com a oportunidade de burilar e aprender ele é hoje um profissional do qual nos orgulhamos muito!
A oportunidade foi ótima também para nós e esperamos repetir esses encontros muitas vezes!
LP
(Na foto: trufas brancas - em breve na Vinheria - e o Dodge Journey, uma joia da Chrysler)

Estive com a Silvia e o Jonas em um encontro de revendedores Chrysler, esta semana, em duas ocasiões. Fomos convidados para dar workshops sobre gestão de pessoas, motivação e comportamento para vendedores da marca. Foi uma baita honra pra gente, ver nosso trabalho reconhecido assim por um gigante da indústria automobilística!

De primeira você pode pensar… Mas o que têm a ver carros com restaurantes? Bom, a Chrysler e a Vinheria tratam, no final das contas, do mesmo negócio: encantar clientes. Trabalhamos todos em um mercado disputado, que trata do luxo e dos prazeres da vida. E nossas equipes têm a interessante missão de superar expectativas das pessoas.

Um bom exemplo disso são as trufas. São “feias”, vivem debaixo da terra e não são “diretamente” comestíveis. Mas são caríssimas e encantadoras. Mexem com os sentidos e transformam refeições. Há também os vinhos, que podem parecer incompreensíveis para quem não aprendeu a apreciá-los, mas que abrem a cabeça para um novo mundo.

Em nosso bate-papo com os vendedores e concessionários compartilhamos todos nossa experiência e nossos acertos. Há tempos eu invisto no desenvolvimento de talentos e procuro escutar todos os lados dos nossos colaboradores. Instituí reuniões gerenciais anuais e reuniões semanais com cada departamento. Silvia troca muita experiência com os cozinheiros e convidamos todos a provar suas criações.

O motivo disso é preparar nossos cozinheiros, garçons e pessoal do administrativo e marketing. Fazê-los entender 100% nossa missão, visão e nossos valores. Para que assim não se tornem meros “vendedores” e sim ofereçam a experiência da Vinheria aos nossos clientes.

O Jonas – que recentemente foi agraciado com o prêmio de Maître do Ano pela Vejinha – é um excelente exemplo disso. Tem talento nato para lidar com o público e com a oportunidade de burilar e aprender ele é hoje um profissional do qual nos orgulhamos muito!

A oportunidade foi ótima também para nós e esperamos repetir esses encontros muitas vezes!

LP

(Na foto: trufas brancas - em breve na Vinheria - e o Dodge Journey, uma joia da Chrysler)


Uma entrevista minha com Didu Russo, feita em 2010! Dois anos depois, muita coisa permanece igual outras estão ainda melhores! No vídeo eu falo sobre a nossa história, preços de vinhos praticados em restaurantes (em especial no meu!) e como a Vinheria tem um dos maiores consumos per capita de vinho no Brasil, sabia?


Estive em Vitória (ES), para acompanhar o 17º Congresso Nacional da Boa Lembrança de quinta (30/08) a sábado (01/09)! Delícia de cidade, linda orla, ótimas praias, maravilhosa a vista de Vila Velha e a comida… um show! 
Tivemos, como sempre, a sorte de ser muito bem recebidos pelo pessoal local… No meu caso, faço um elogio a mais ao amigo Juarez Campos, do Oriundi que fez toda diferença, durante o Congresso!
Entre um evento e outro, uma reunião e outra, tive a sorte de conhecer o Soeta, restaurante de uma amiga de longa data (Marly Farah, que comanda o atendimento) e outros dois sócios, os chefs Bárbara Verzola e Pablo Pavón.

Espetáculo de MENU DEGUSTAÇÃO, com 27 pratos, ingredientes fresquíssimos, muito bem trabalhados, sequência e timing perfeitos… Um must… Quem ainda não foi, precisa ir!!
Baci & abbracci!


Essa sexta foi corrida aqui na Vinheria… Algumas reservas maiores, um 
grupo de alunas da Silvia fazendo um workshop de “cucina italiana” com a 
própria e os preparativos para o final de semana me atrasaram,  mas cheguei ao hotel Unique bem na hora em que os organizadores estavam apresentando o primeiro Barolo  da degustação patrocinada pelo ”Consorzio Langa In”, que congrega 19 produtores do Piemonte e tem feito um grande esforço para conquistar o mercado tupiniquim!

‘galera do vinho’ estava praticamente toda lá e as apresentações de 
produtores diversos entremeadas pela simpáticas e competentes intervenções e 
comentários de Artur de Azevedo emolduraram muito bem esta deliciosa 
degustação!!

Os vinhos apresentados, na maior parte, representavam um estilo mais 
moderno de produzir o Barolo. Confesso que me identifico mais com os 
produtores tradicionais, que utilizam menos madeira nova (“barriques” de 
carvalho francês e/ou americano), dando prioridade às nuances e características da nebbiolo, grande estrela dessa festa. Mas a amostra tinha algumas joias e a tarde de sexta foi simplesmente ótima!!!


Seguem os vinhos pela ordem de serviço e os comentários nos meus 
preferidos…

  • Barolo DOCG 2007 Viberti - Uma safra deliciosa, que permite beber já e/ou esperar. Um Barolo redondo, equilibrado e muito harmônico!
  • Barolo DOCG Cannubi 2007 Pira-Chiara Boschis
  • Barolo DOCG Margherita 2008 Azelia - Um Barolo mais tradicional, austero e importante! Uma safra “menor” que a 2007, mas este Azelia vale a pena!
  • Barolo DOCG Vigna del Gris 2007 Conterno Fantino
  • Barolo DOCG Bric del Fiasc 2007 Paolo Scavino
  • Barolo DOCG Mariodino 2007 Parusso
  • Barolo DOCG Ciabot Mentin 2007 Domenico Clerico - Um expoente da vertente moderna, daqueles que te fazem questionar qual o melhor caminho, sabe?! Um vinho majestoso, opulento, elegante e infinito!

Foi um show a degustação dos vinhos Ícones chilenos, organizada pela Wines of Chile, nesta última quarta-feira!
 
Abrindo o evento, o querido e carismático Carlos Cabral contou que no primeiro semestre de 2012, o Chile foi responsável por nada menos que 37% das importações (de vinho fino) brasileiras em valor e 42% em volume… Quase metade do total de garrafas importado veio do Chile!!
 
Depois foi a vez de Pedro Parra - o único PhD em “terroirs” da América Latina – fazer uma apresentação maravilhosa sobre os vales chilenos, seus solos e climas pra colocar uma outra definição de vinho: “vinho é geologia”!!! Sempre nos demos conta de que o vinho está intrinsecamente ligado ao seu terroir, mas um estudo tão detalhado da geologia chilena e seus vinhos, foi inédito pra mim… Adorei!!!
 
Finalmente, degustamos sob a batuta de Peter Richards. Um craque, simpaticíssimo, colunista de vinhos da BBC, Master of Wine e especialista em vinhos chilenos, precisa mais?!
 
Foram 11 vinhos: um branco e dez tintos, dos mais representativos da produção chilena atual. Todos degustados com preleções de solo, clima, cepas e alguma história… Essa é a magia desta bebida!
 
Seguem as minhas anotações… E, se alguém quiser degustar, aqui na Vinheria tem muitos deles e alguns em, taça na ENOMATIC!!!
 

08/08/2012

Sauvignon Blanc Cipresses Vineyard 2011 “Casa Marin” – San Antonio

13,5%. Uma explosão aromática! Intenso, com frutas brancas e tropicais (lichia, grapefruit, maracujá), notas verdes ou vegetais, alguma mineralidade e muito frescor. Em boca, extremamente fiel ao nariz, marcada acidez, cítrico, refrescante, seco e muito longo! 92/100

08/08/2012

Cabernet Sauvignon Casa Real 2007 “Santa Rita” – Maipo Alto

14,5%. Tipicidade, boa fruta vermelha (majoritariamente fresca), nota verde (menta seca), toque mineral, boa profundidade e intensidade. Levemente quente, acidez, corpo e taninos elegantes, em balanço e com boa resolução. Final frutado. 90/91/100

08/08/2012

Cabernet Sauvignon Don Melchor 2007 “Concha y Toro” – Maipo Alto

14,6%. Apesar da mesma origem, um viés diferente. Frutas vermelhas mais maduras, algumas frutas negras, nota verde, mais “gordo” e largo (menos profundo que o anterior). Potente, encorpado, aveludado, carnudo, com a acidez “no limite”, encorpado e escoltado por taninos elegantes com um longo final. 91/100

08/08/2012

Carmenère Carmin de Peumo 2007 “Concha y Toro” – Cachapoal

14,5%. Tinto quase negro. “Bouquet” fino e elegante, com frutas negras, em camadas, uma breve nota verde, muita mineralidade e profundidade. Sedutor, boa acidez, encorpado, taninos finos e potentes com uma notinha de pimentão e um enorme final de frutas negras. 92/93/100

08/08/2012

Cabernet Sauvignon Aristos 2008 “Aristos” – Cachapoal

Produzido em uma zona de Cachapoal onde o sol acorda mais tarde e dorme mais cedo, exposto à temperaturas baixas à noite, este tinto, de maturação mais lenta e muito longa, apresenta muita fruta vermelha e um marcado toque vegetal, com “menor” extração, linda cor e uma textura elegante. Boa acidez, corpo e taninos vigorosos com um conjunto harmônico, uma estrutura bem elegante. Longa permanência! 91/92/100

08/08/2012

Altaïr 2006 “Viña Altaïr” – Cachapoal

14,5%. CS 74%, Sirah 14%, CF 10% e Carmenère 2%. “Hiper-extraído”, concentrado e intenso. Frutas vermelhas e, sobretudo, negras, alcatrão, nota verde (menta seca) e mineral. Boa acidez, encorpado, “enorme”, com taninos muito potentes e promissores. Gostaria de ver esse vinho envelhecer…  91/100

08/08/2012

Don Maximiano Founder’s Reserve 2007 “Errazuriz” – Aconcagua

14,5%. CS 82%, CF 6%, PV 6% e Shiraz 6%. Um corte de nariz intenso e concentrado. Frutas vermelhas seguidas de frutas negras, especiarias (pimenta-do-reino e baunilha) com uma nota mineral. Bela estrutura, acidez, corpo e taninos elegantes e potentes em equilíbrio. 90/91/100

08/08/2012

Seña 2007 “Errazuriz” – Aconcagua

14,5%. CS 57%, Carmenère 20%, Merlot 12%, CF 6% e PV 5%. Outro corte muito elegante – que remete, imediatamente, à Bordeaux –, com frutas vermelhas, especiarias (pimenta-do-reino e baunilha), uma nota mineral, outra, vegetal e um toque animal. Elegante, redondo e muito equilibrado! 92/100

08/08/2012

Montes Alpha M 2009 “Viña Montes” – Apalta, Colchagua

CS, CF, PV e Merlot. Pedro Parra afirma que “Apalta é um terroir mediterrâneo” e nem todos os terrenos são propícios para o CS. Este corte Bordalês, foi muito bem plantado! Muito elegante e cheio de frutas vermelhas, algumas frutas negras, especiarias. Mineral, profundo, elegante, equilibrado – incrível o balanço – com acidez, corpo e taninos muito finos. 92/93/100

08/08/2012

Clos Apalta 2009 “Casa Lapostolle” – Apalta, Colchagua

Carmenère 78%, CS 19% e PV 3%. Frutas vermelhas frescas, algumas negras, leve nota vegetal (pimentão), muito complexo… Esse nariz tem algo de “Barolo”. Um pouco quente, muito potente, elegante, intenso, mineral, com muita personalidade e potencial de evolução! 92/93/100

08/08/2012

Montes Folly Syrah 2007 “Viña Montes” – Apalta, Colchagua

15%. Um vigoroso 100% Syrah, nascido e criado em um (dito) terroir mediterrâneo. “Extra-frutado”, especiado e com notas vegetais (algo de verde e inacabado…), boa acidez, encorpado, intenso, e escoltado por taninos jovens, mas promissores. 91/92/100

Grazie, baci & abbracci a tutti!


Rua Cônego Eugênio Leite, 523 - Jd. América - São Paulo
Fone/Fax: 11 3088 4920 / 3064 4094

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